Tryp Oriente

No centro da modernidade. E da memória.

O hotel Tryp Oriente foi o primeiro espaço comercial a abrir portas nas imediações do palco da Expo’98 e a única unidade hoteleira a funcionar durante o evento. Era, então, designado por Meliá Confort Oriente e “viveu” de perto não só a Exposição como os preparativos deste grande evento, uma vez que abriu ao público a 1 de fevereiro de 1998.

Passados mais de 15 anos sobre a Exposição, que continua muito presente na memória dos portugueses e está bem visível na zona urbana que nasceu no antigo recinto do evento, o hotel evoca este período da história recente do País.

Como? À entrada, um conjunto de aquários oceânicos dá as boas-vindas ao hóspede, ao mesmo tempo que recorda o tema da Expo 98: os oceanos, um património para o futuro. Na receção os grandes marcos arquitetónicos do evento, desenhados numa tela gigante, acompanham o visitante. No bar, as formas orgânicas e curvilíneas dão corpo e alma aos balcões e ao teto. É também aí que se encontra a reprodução da calçada Mar Largo, criada pelo artista Fernando Couto, situada no Rossio dos Olivais. Por fim, é no restaurante que se contempla a marca mais icónica da Expo 98: um painel que não só traduz a universalidade do evento, como recorda o passaporte da exposição, documento atribuído a cada visitante para colecionar os carimbos dos vários países representados.

Se as áreas comuns refletem a essência do evento, todos os quartos aliam conforto e elegância, inspirados em ambientes marinhos. Ao azul água nos quartos virados para o Tejo, e ao vermelho coral nos quartos rodados para o coração da cidade, juntam-se grandes telas com estrelas do mar, corais raiados,… Harmonia com cheiro a maresia, que convidam ao repouso.

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